
Rivian mantém planos de levar o R2 à Europa e avalia entrada na China, com mudanças nas datas de lançamento na Europa e Canadá.
A Rivian reafirmou a intenção de vender o R2, seu SUV médio, em mercados internacionais, incluindo Europa e China, consolidando a ideia de um veículo global.
Em entrevista à Forbes veiculada nesta semana, o diretor de Design Exterior, Michael Castiglione, ressaltou que o R2 mantém o toque premium do R1, mas com preço mais acessível, buscando levar design de qualidade a mais pessoas.
R2: um world car com foco na expansão
Castiglione disse que o segmento de SUVs médios é o maior do mundo e que a Rivian pretende vender o R2 fora dos EUA, mirando a Europa e, possivelmente, a China, para tornar o modelo global.
Atualizações de lançamento na Europa e Canadá
Na prática, a Rivian sinalizou atraso: a meta de 2027 para a Europa foi removida, sendo substituída por um convite para ficar ligado às novidades sem especificar ano. Simultaneamente, o debut no Canadá foi adiado para 2027.
O fundador e CEO, RJ Scaringe, já indicou que a expansão europeia ocorreria pela mesma via de venda direta usada nos EUA, enquanto observava a possibilidade de participação na China. O principal desafio, segundo ele, é a competição agressiva de preços no mercado chinês e o emaranhado de subsídios para marcas locais.
O site da Rivian também lista páginas dedicadas para 18 países, incluindo Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, Suécia e Áustria, embora sem datas de lançamento para nenhum deles.
China em perspectiva
Scaringe já comentou anteriormente sobre a entrada na China, dizendo que hoje o foco está nos EUA e na Europa com o R2 e o R3, e que a empresa observa como o mercado chinês evolui para decidir se participa. O custo extremamente competitivo e os subsídios locais são citados como barreiras significativas.
Sobre EVs chineses e competição de custos
O CEO também destacou que várias montadoras chinesas se destacam pela tecnologia aliada a custos. Empresas como Xiaomi e BYD foram citadas como exemplos de liderança tecnológica aliada a preços competitivos.
Recentemente, um Xiaomi YU7 foi avistado na Interstate 5, em Illinois, alimentando especulações de benchmarking pela Rivian.
Conclusão: a Rivian continua avaliando a expansão global do R2, sem fechar portas para a China nem para novas datas na Europa, enquanto reforça sua presença em mercados já mapeados.
O que você acha? A Rivian deveria entrar na China neste momento ou priorizar outros mercados? Deixe seu comentário abaixo para debatermos o cenário do R2 no mercado global.






