
BMW afirma não ter planos imediatos de reviver o Range Extender, priorizando EVs com 800+ km de alcance e carregamento ultrarrápido; retorno é aberto no futuro.
BMW afirmou que não existem planos imediatos para reviver a tecnologia Range Extender, um sistema que utilizava um motor a combustão apenas como gerador de energia para a bateria de um veículo elétrico.
Esse conceito ficou conhecido pelo BMW i3 com a versão REx, que reunia um motor de 650 cc de dois cilindros apenas para gerar energia, sem acionar as rodas. Com o fim da produção do i3 em 2022, a montadora afastou esse setup.
Segundo Joachim Post, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento, os EVs atuais já conseguem oferecer alcance suficiente sem geradores adicionais. A nova geração do BMW iX3 deverá superar 800 quilômetros no ciclo WLTP, e a plataforma Neue Klasse suporta carregamento ultrarrápido de até 400 kW, reduzindo consideravelmente o tempo de recarga.
A empresa, no entanto, não descartou a possibilidade de retornar com o Range Extender no futuro, especialmente em regiões com infraestrutura de recarga menos desenvolvida. Caso isso ocorra, o sistema poderia aparecer em modelos maiores como o X5 ou o X7.
Além disso, a BMW avança em alternativas, incluindo uma versão movida a célula de combustível de hidrogênio do próximo X5, desenvolvida em colaboração com a Toyota, prevista para 2028.
Em resumo, a marca está direcionando seus esforços para baterias e recarga rápida; se as plataformas realmente alcançarem mais de 800 km de forma consistente, a necessidade de geradores de extensão de alcance pode desaparecer naturalmente.
O que você acha? Deixe nos comentários se acredita que o Range Extender ainda tem espaço no futuro dos carros elétricos ou se prefere depender apenas de baterias e recarga rápida.






